7 de fevereiro de 2012

Entre a ociosidade,
lembro de seus braços na labuta,
da cantoria,
do aperto.

E entre o fazer e o não fazer,
desperto em claridade,
cheia,
vazia,
nada.

É aí que o tempo vira,
que tudo voa,
pensamento te rouba,
e aí já viu!
saudade é a certeza ,
nessa nossa fantasia!



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