Tempo
Um ano hilariante,
o outro entediante,
esse tempo asficciante
rouba-nos às fagulhas
do que ainda não se sabe ,
do poder e não poder,
do sentir ou repelir
figura enigmática ,
difícil de entender,
ontem nos apresentou mágicas,
hoje incógnitas,
amanhã nada se sabe,
Vixe , !!! Acho que foi engano... pensei ter entendido meu coração mas ele na malandragem, se aliou ao seu... pra acelerar , pra sangrar, remoer, adormecer... Perigosamente ele viveu , sem se dar conta de sua leviandade, de sua entrega, de suas esperas... Ele que sem respeito se deu, sofreu sem se importar com o fracassado ser ao qual habita , o deixou dilacerado , sem chão , sem espaço , vazio. Quem falhou fui eu , em sentir o amor por inteiro , em doar parte desse meu coração que batia por ti descompassado, ah "coração leviano", de tão ingrato ainda atreve-se a apaixonar—se novamente .
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